sexta-feira, 18 de agosto de 2017

É possível proporcionar dinâmicas e serviços de saúde e de reabilitação

É possível...
…proporcionar dinâmicas e serviços de saúde e de reabilitação

A saúde e o bem-estar da população são, de facto, pilares fundamentais da nossa comunidade. E, num território predominantemente rural, disperso, envelhecido e sem uma eficaz rede de transportes (como é o caso da nossa freguesia) é indispensável que a Junta de Freguesia garanta a existência e a vitalidade desses pilares, acompanhando a população e melhorando as condições de acesso à saúde.

Neste sentido, a saúde de proximidade deve ser uma verdadeira prioridade para as autarquias locais, devendo ser intensamente incentivada e operacionalizada pelas mesmas.

Nós, tendo conhecimento e experiência nesta área de acção, queremos que a Junta de Freguesia seja efectivamente um agente de articulação entre a população e os serviços de saúde, queremos que a Junta de Freguesia colabore activamente com as entidades de saúde (públicas e privadas) da região. Queremos e sabemos que é possível. É possível e é urgente que assim seja.

Enquanto equipa com competências de intervenção e com experiência em dinâmicas de saúde de proximidade, nós conseguimos compreender verdadeiramente a importância que a Junta de Freguesia tem (deveria ter) enquanto entidade cooperante e promotora. Torna-se essencial valorizar este seu papel impulsionador e agregador em prol da comunidade.

É possível, é viável e é urgente: com uma equipa conhecedora, capacitada, cientificamente formada e experiente conseguiremos certamente alcançar este objectivo.

Para além do seu papel enquanto entidade agregadora e activamente cooperante, a Junta de Freguesia tem o dever e a obrigação de, por iniciativa própria, sozinha ou em parceria, conceber acções e projectos que valorizem a prevenção e a educação para a saúde, nomeadamente rastreios e acções de sensibilização.

A Junta de Freguesia tem, efectivamente, de se afirmar e assumir como estrutura impulsora e promotora de actividades, acções e serviços complementares ao Serviço Nacional de Saúde. Somente assim podemos implementar uma verdadeira política de saúde de proximidade.

É possível garantir apoio e acompanhamento psicológico à população, crianças e adultos. É possível proporcionar cuidados de enfermagem às pessoas idosas. É possível promover serviços de saúde “porta a porta”, levando os técnicos de saúde até às aldeias. É possível assegurar a distribuição de medicamentos para as pessoas com dificuldades de mobilidade e deslocação.

É possível realizar rastreios e acções de diagnóstico (desde os problemas cardiovasculares aos quadros demenciais, entre outros), encaminhando devidamente para os serviços competentes os casos identificados.

É possível criar projectos em parceria com as escolas, com as creches, com os centros sociais e com as associações, tendo em vista a educação para a saúde, a prevenção e a intervenção junto da comunidade.

É, realmente, possível termos na nossa freguesia um conjunto de serviços e dinâmicas que nos permitam, verdadeiramente, aceder a uma saúde de proximidade.

Basta conhecer. Basta ter formação e experiência. Basta AGIR!

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

É possível criar sistemas de apoio social para as famílias

É possível
…criar um sistema de apoio social para as famílias

A Acção Social é, certamente, uma das principais componentes (pelouros) das autarquias locais. É neste âmbito que, de uma forma dura e intensa, nos confrontamos com as situações mais difíceis, mais angustiantes e mais desesperantes da condição humana. É neste contexto de trabalho que conhecemos famílias que, por carência, não conseguem alimentar-se devidamente ou não conseguem recorrer a serviços e produtos de saúde fundamentais. É, também, aqui que nos confrontamos com famílias em risco e socialmente excluídas.

A Junta de Freguesia deve estar sempre presente, deve procurar atender e ouvir as famílias que mais necessitam de apoio, de modo a recolher elementos e dados que permitam conhecer efectivamente os contextos e realidades sócio-económicas da população. Este conhecimento é vital para elaborar e manter actualizado o diagnóstico social da freguesia (complementando, assim, o diagnóstico social do concelho).

Conhecendo verdadeiramente o contexto social da freguesia, a Junta de Freguesia tem o dever e a obrigação fundamentais de aplicar e promover os princípios de protecção e inclusão social, diagnosticando e dando uma resposta integrada e apropriada a cada situação através de estratégias de desenvolvimento social concertadas com a rede social local.

Nós, enquanto equipa com formação, conhecimento e experiência na área social, queremos implementar um conjunto de respostas que procurem proteger e apoiar as famílias com carências económicas, em situação de risco ou numa condição de exclusão social. É fundamental. É urgente. E, aqui, é este nosso conhecimento, esta nossa sensibilidade, que nos permitirá  concretizar este objectivo.

É necessário apoiar as famílias na gestão do seu rendimento familiar.

É vital estruturar dinâmicas de apoio alimentar e de géneros (vestuário, etc.).

É urgente conceber e executar projectos de intervenção sócio-comunitária que promovam actividades ocupacionais para as famílias.

É inadiável estabelecer parcerias com as instituições locais, estimulando o desenvolvimento de uma acção conjunta articulada e complementar.

É imperioso que a Junta de Freguesia se torne numa ponte entre o problema e a solução. É imperioso que a Junta de Freguesia estruture e sistematize respostas para apoiar as famílias e para contribuir para a resolução dos seus problemas.

É preciso AGIR com conhecimento e com dedicação. É preciso AGIR agora.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

É possível apoiar as pessoas idosas e potenciar a sua qualidade de vida

É possível...
…apoiar as pessoas idosas e potenciar a sua qualidade de vida

O envelhecimento demográfico é, seguramente, uma das principais problemáticas sócio-económicas que o nosso país enfrenta, sendo, talvez, a mais preocupante. É evidente e incontestável que, nas últimas décadas, temos vindo a testemunhar um tremendo agravamento do envelhecimento das populações, tendo Portugal, actualmente, um índice de envelhecimento 5 (cinco) vezes superior em relação à década de 1960 (portanto, há 50 anos).

É imprescindível - e deve ser uma prioridade - conceber e implementar políticas de base comunitária dirigidas às pessoas idosas, procurando melhorar a sua vida e o seu quotidiano através da estruturação e operacionalização de respostas sociais, ocupacionais e económicas, entre outras.

A Junta de Freguesia deve impulsionar e incentivar a criação de projectos que fomentem o envelhecimento activo e saudável, quer através de acções próprias, quer através de actividades em parceria com as instituições e empresas da região.

A Junta de Freguesia deve, também, combater o isolamento geográfico e social dos idosos e apostar na sua valorização enquanto membros relevantes da comunidade, promovendo a sua inclusão e integração sócio-comunitárias.

A Junta de Freguesia deve, ainda, criar dinâmicas de prevenção e de intervenção junto da população idosa, quer ao nível saúde (por exemplo, realizando rastreios e/ou direccionando casos para as instituições competentes), quer ao nível das carências económicas (por exemplo, organizando um sistema de apoio alimentar) e de mobilidade (por exemplo, permitindo a deslocação do idoso até aos serviços fundamentais).

Ter conhecimento técnico e científico, ter formação, ter capacidade, ter experiência, ter visão, ter sensibilidade: sem isto, não é possível melhorar a nossa freguesia e aumentar realmente a qualidade de vida dos nossos idosos. Esta equipa tem tudo o que é necessário para conseguir cumprir esta tarefa tão importante.

A Junta de Freguesia tem de estar presente, tem de conhecer efectivamente a realidade sócio-económica dos idosos, tem de prestar apoio e acompanhamento a todos aqueles que necessitam, tem de desenvolver acções que promovam as relações intergeracionais (entre crianças/jovens e idosos), tem de AGIR!

Nós queremos AGIR!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

É possível um sistema de transportes que sirva os fregueses

É possível
…um sistema de transportes que sirva os fregueses

O território da nossa freguesia, sendo maioritariamente rural, determina a existência de um conjunto de localidades dispersas e de uma distância efectiva entre os fregueses e os centros de decisão, o comércio, os espaços educativos e culturais, os serviços de saúde e os locais de gestão administrativa. 

É esta distância, este afastamento dramático e preocupante, que urge diminuir para evitar a deterioração dos laços de pertença à comunidade, assim como para potenciar e promover o rejuvenescimento e a qualidade de vida das aldeias que constituem o coração desta União de Freguesias.

É fundamental criar e sistematizar dinâmicas de mobilidade específica dentro da freguesia com recurso a meios de transporte complementares (a partir, por exemplo, dos recursos existentes na União de Freguesias) ou a empresas de transportes colectivos através de parcerias de interesse público. 

É fundamental fomentar o reforço das vias pedonais e das ciclovias. É urgente implementar e organizar uma rede de percursos com pontos de recolha/paragem pré-definidos que permita às pessoas o acesso efectivo aos locais e serviços mais fundamentais. 

É urgente AGIR!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

É possível ter uma equipa presente e um atendimento à população regular e dedicado

É possível
...ter uma equipa presente e um atendimento à população regular e dedicado

A Junta de freguesia deve promover e implementar, sem excepções, uma real e efectiva política de proximidade. Este é, certamente, um dos principais desígnios - talvez o mais fundamental - de uma autarquia local.

É fundamental estarmos presentes. É imprescindível ouvirmos as pessoas. É indispensável estarmos completamente disponíveis para a nossa comunidade. 

Como conseguiremos conhecer realmente os problemas e as necessidades das pessoas? Como conseguiremos construir soluções, respostas e projectos adequados à nossa terra e à nossa comunidade?

A equipa de uma Junta de Freguesia deve promover e providenciar essa proximidade, deve conhecer efectivamente os problemas das pessoas e das suas famílias, deve estar a par das dinâmicas que se vão sucedendo na comunidade… e, mais do que isso, deve estar capacitada e pronta para encontrar as respostas mais apropriadas e para prestar o auxílio possível.

Não se encontra uma resposta social para uma família carenciada (com dificuldades económico-financeiras) se não conhecermos essa situação; não é possível construir uma solução para uma criança que necessite de apoio ao estudo ou de apoio psicológico se não estivermos a par das suas necessidades e dos seus contextos...

Não é possível intervir sem conhecer.

É fundamental ouvir. É fundamental estar disponível e pronto para AGIR.

Sabemos que é mais fácil ficar de braços cruzados, simplesmente à espera. Ou então nem isso.

Porém, o mais fácil não é, de todo, o mais correcto ou proveitoso.

É a equipa da Junta de Freguesia, eleita como representante da população, que deve ir ao encontro das pessoas. Somos nós que devemos anunciar e divulgar as nossas respostas e a nossa disponibilidade para a comunidade. Somos nós que devemos trabalhar continuamente para conhecer os problemas, as necessidades e as carências das pessoas e das instituições.

É fundamental e imprescindível que a Junta de Freguesia implemente, um atendimento semanal aberto (1 vez por semana) em cada uma das delegações. É o mínimo dos mínimos.

O objectivo é precisamente potenciar um dia em que a equipa da Junta de Freguesia (o Presidente e/ou os restantes membros do executivo) esteja lá para escutar a comunidade e procurar encontrar soluções para os seus problemas. Não faz nenhum sentido que assim não seja.

E, nós, vamos ainda mais além: para além deste atendimento aberto (bastaria aparecer no local, sem marcação prévia) nas instalações da Junta de Freguesia de uma forma descentralizada, é muito importante que a equipa da Junta de Freguesia se desloque regularmente a cada localidade da freguesia unicamente com o objectivo de ouvir (atender) as pessoas que lá vivem e que, por diversos motivos, não têm facilidade em se deslocar até à sede ou até às delegações da Junta de Freguesia. 

Enquanto equipa queremos ouvir as pessoas, queremos conhecer os seus problemas e as suas carências, queremos estar disponíveis para a comunidade e queremos construir as soluções e os projectos necessários para melhorar a qualidade de vida da população e potenciar o desenvolvimento efectivo da nossa freguesia!

Mas também é imperioso existirem canais de informação,  divulgação e apoio. E, atualmente, as tecnologias facilitam parte desse trabalho.

É fundamental estarmos próximos das pessoas e conhecermos os seus problemas. É fundamental ouvir. 

É fundamental AGIR.