É possível...
…apoiar as pessoas idosas e potenciar a sua qualidade de vida
O envelhecimento demográfico é, seguramente, uma das principais problemáticas sócio-económicas que o nosso país enfrenta, sendo, talvez, a mais preocupante. É evidente e incontestável que, nas últimas décadas, temos vindo a testemunhar um tremendo agravamento do envelhecimento das populações, tendo Portugal, actualmente, um índice de envelhecimento 5 (cinco) vezes superior em relação à década de 1960 (portanto, há 50 anos).
É imprescindível - e deve ser uma prioridade - conceber e implementar políticas de base comunitária dirigidas às pessoas idosas, procurando melhorar a sua vida e o seu quotidiano através da estruturação e operacionalização de respostas sociais, ocupacionais e económicas, entre outras.
A Junta de Freguesia deve impulsionar e incentivar a criação de projectos que fomentem o envelhecimento activo e saudável, quer através de acções próprias, quer através de actividades em parceria com as instituições e empresas da região.
A Junta de Freguesia deve, também, combater o isolamento geográfico e social dos idosos e apostar na sua valorização enquanto membros relevantes da comunidade, promovendo a sua inclusão e integração sócio-comunitárias.
A Junta de Freguesia deve, ainda, criar dinâmicas de prevenção e de intervenção junto da população idosa, quer ao nível saúde (por exemplo, realizando rastreios e/ou direccionando casos para as instituições competentes), quer ao nível das carências económicas (por exemplo, organizando um sistema de apoio alimentar) e de mobilidade (por exemplo, permitindo a deslocação do idoso até aos serviços fundamentais).
Ter conhecimento técnico e científico, ter formação, ter capacidade, ter experiência, ter visão, ter sensibilidade: sem isto, não é possível melhorar a nossa freguesia e aumentar realmente a qualidade de vida dos nossos idosos. Esta equipa tem tudo o que é necessário para conseguir cumprir esta tarefa tão importante.
A Junta de Freguesia tem de estar presente, tem de conhecer efectivamente a realidade sócio-económica dos idosos, tem de prestar apoio e acompanhamento a todos aqueles que necessitam, tem de desenvolver acções que promovam as relações intergeracionais (entre crianças/jovens e idosos), tem de AGIR!
Nós queremos AGIR!
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