terça-feira, 26 de setembro de 2017

É possível não esquecer as localidades mais pequenas e incentivar o seu desenvolvimento.

É possível
…não esquecer as localidades mais pequenas e incentivar o seu desenvolvimento.

O território da união de freguesias é marcado por uma dispersão de pequenos lugares e localidades que enfrentam, por essa razão, inúmeras dificuldades e que contribui para o seu crescente abandono por parte dos serviços públicos essenciais.

Cabe à junta de freguesia assegurar os serviços de acompanhamento e de integração, que vão desde a limpeza à manutenção de redes sociais e humanas.

Porque é fundamental investir nas pessoas, o papel dos serviços autárquicos têm de saber ouvir as pessoas e acompanhá-las de perto, na resolução dos seus problemas. Porque é fundamental apostar em modelos de mobilidade de bens, serviços e pessoas e potenciar as estruturas locais de acompanhamento, o nosso compromisso passa por estabelecer dinâmicas de comunicação eficazes, valorizando, também, o papel que as actuais tecnologias podem desempenhar nessa missão.

Porque é preciso fazer.

Agir. Pela nossa Terra!

É possível colaborar com as instituições locais e apoiar a sua actividade

É possível
…colaborar com as instituições locais e apoiar a sua actividade.

O desenvolvimento de actividades sociais, culturais, musicais ou mesmo económicas no nosso território é, desde há muito, assegurado por um conjunto de entidades que têm vindo a sobreviver muito devido a apoios e subvenções do Estado.

De uma forma geral, a permanência destes parceiros na vida social e cultural da comunidade deve-se, em grande parte, ao investimento pessoal e individual de alguns fregueses que vêem nesta intervenção uma forma de manter os laços de pertença e de animação humana e territorial funda,mentais para a manutenção das populações nos locais.

A união de freguesias tem de ser a entidade parceira e apoiante das iniciativas individuais, mas tem também, acima de tudo, de promover a ligação entre todos os actores, bem como encontrar espaços de rentabilização de recursos e equipamentos para melhorar a oferta existente e criar outras pólos de interesse e dinamização.

Os recursos disponíveis em cada uma das entidades, se pensados e planeados de forma rigorosa e integrada, potenciam o alargar das ofertas, bem como promovem um espírito de comunidade que fará frente a algumas dificuldades que advêm do afastamento e abandono a que as populações têm sido votadas.

Cabe-nos apresentar propostas e dinamizar acções concretas que permitam o encontro e a reflexão conjunta, bem como ajudar a um planeamento eficaz de recursos que disponibilize mais e melhores ofertas para crianças, jovens e idosos.

Por que é possível.

Porque temos de Agir. Pela nossa Terra!

É possível dinamizar e rentabilizar os espaços desportivos e culturais para usufruto da população

É possível
...dinamizar e rentabilizar os espaços desportivos e culturais para usufruto da população

A actividae física e desportiva, em qualquer idade, é uma forma de manter um conjunto de capacidades e competências em desenvolvimento activo.

Praticar uma actividade física e motora, e dessa forma contribuir para uma vida saudável e para o bem-estar pessoal é uma obrigação individual.

Mas a união de freguesias deve organizar espaços e contribuir para que essa prática se desenvolva de forma contínua e apoiada, ora através da execução de programas de apoio ao bem-estar da população, ora através da manutenção dos espaços públicos de sua responsabilidade, para que se cumpra o efeito.

No nosso território fora sendo desenvolvidos, ao longo dos anos, alguns espaços e locais prórpios para a prática desportiva que forsam sendo votados ao abandono ou que, por variadas razões, forma esquecidos no âmbito do seu objetivo.

Outros espaços há que, não tendo sido criados para o efeito, podem, de forma simples e prática, ser reconvertidos para servir a população na sua actividade física e desportiva.

É tempo de organizar e rentabilizar os espaços existente. É tempo de animar as dinâmicas de promoção da vida saudável e do bem-estar da população.

É tempo de Agir.

Pela nossa terra!

É possível ter uma aposta cultural sólida

É possível
…ter uma aposta cultural sólida

Apostar nos parceiros locais para potenciar e promover a expressão artística, musical e cultural é uma obrigação da união de freguesias.

Num território com tantas e tão boas práticas de valorização cultural, importa construir redes e parcerias que rentabilizem e promovam, conjuntamente, o trabalho desenvolvido ao longo de anos.

Das bandas de música aos ranchos folclóricos, do artesanato local aos produtos e serviços culturais, do património edificado à memória histórica e cultural, há muito a fazer no sentido de aproximar e desenvolver estratégias de divulgação e promoção cultural sólida e contínua.

É tempo de organizar e rentabilizar o esforço de alguns em prol de muitos. É preciso apostar numa oferta contínua e dirigida a todos os públicos.

Porque é preciso reconhecer e apoiar a produção cultural, mas também é fundamental divulgar e dinamizar a sua expressão.

É preciso Agir.

Pela nossa Terra!

É possível rentabilizar os espaços e serviços da autarquia

É possível
...rentabilizar os espaços e serviços da autarquia

A união de freguesias possui espaços e equipamentos que, em muitos casos, não têm tido o aproveitamento adequado para servir a população local.

Através do levantamento exaustivo e da posterior rentabilização de espaços e serviços adstritos à freguesia, é possível construir respostas adequadas para jovens, idosos, colectividades e entidades parceiras.

Também a sua utilização constante e apropriada potenciará a sua manutenção e desenvolvimento.
Está na hora de valorizar o património comum e entregá-lo à população.

Porque é preciso fazer.

Porque é preciso AGIR. Pela Nossa Terra!



É possível promover o nosso património sócio-cultural e fomentar a actividade turística

É possível
…promover o nosso património sócio-cultural e fomentar a actividade turística

Ao território da nossa união de freguesias é rico em património natural e humano.

A Serra do Socorro, a Tapada Nacional de Mafra, o património histórico e religioso, o património cultural e musical são alguns dos muitos elementos que importa preservar e valorizar.

Mas valorizar o património não é apenas cuidar para que não se perca.

É promovê-lo através de dinâmicas de ação local. É levar os jovens a conhecê-lo para que o possam respeitar e valorizar.

É permitir a menos jovens que contribuam para a sua preservação através do registo físico da sua experiência. É fomentar acções constantes de compreensão e integração do património na acção diária.

É disponibilizar informação actual e cuidada sobre o espaço, o tempo e o local. É valorizar o ambiente envolvente sem destruturar nem alterar os conceitos patrimoniais. É envolver técnicos e agentes na preservação e divulgação cultural

É envolver a população nas decisões que alterem o património. Sempre.

Porque há muito mais a fazer. Porque não podemos deixar morrer a parte mais importante de quem somos.

É preciso AGIR.

Pela nossa Terra!

É possível valorizar as tradições e produtos locais

É possível
...valorizar as tradições e produtos locais

O nosso território é riquíssimo em tradições, produtos cuja identidade local é inegável, estruturas produtivas única e, sobretudo, uma diversidade que importa valorizar e fomentar.

O desenvolvimento económico deve ser suportado pela valorização dos produtos locais, das tradições do "fazer" e da especificidade da(s) cultura(s) que, ao longo dos tempos, têm permitido a fixação de pessoas e de actividades económica na união de freguesias.

A área abrangida pela União de Freguesias demonstra uma vitalidade que é preciso "ligar" e promover. E esta promoção tem de ser feita com a participação de todos.

Através da dinamização e projectos conjuntos, através da promoção de redes de contacto e da organização de eventos de promoção de produtos e da cultura local, é possível disseminar informação e divulgar o que de muito bom nós temos para mostrar.

É tempo de encontrar sinergias e promover o colectivo em defesa dos nossos produtos e tradições.

É tempo de AGIR. Pela nossa Terra!

É possível promover redes de apoio sócio-educativo e cultural

É possível
......promover redes de apoio sócio-educativo e cultural

Construir redes de apoio e de desenvolvimento acontece quando todos os interlocutores se disponibilizam a encontrar, em conjunto, soluções para os problemas que afectam o território e as populações.

A construção de redes parceiras e consórcios de desenvolvimento depende da vontade da disponibilidade das entidades a operar nos locais para criarem sinergias e rentabilizarem equipamentos, estruturas (humanas ou não) e ideias que sirvam os seus propósitos individuais mas que, acima de tudo, respondam aos seus objetivos enquanto imposrtantes interventores sociais.

As juntas de freguesia, pela sua especificidade local e pela sua estrutura flexível, pode (e deve) ser o garante dos esforços de coordenação e organização de respostas conjuntas, promovendo, dessa forma, a articulação necessária à plena intervenção junto das populações.

Esse trabalho dependerá, contudo, do conhecimento e da disponibilidade para a construção de espaços de partilha e de encontro entre os diversos agentes que desenvolvem a sua atividade no território. Mas esta disponibilidade tem de ser pró-activa.

Tem de ser apresentada e desenvolvida. Porque é, cada vez mais, necessária.

AGIR. Pela nossa Terra!

É possível pensar estrategicamente o desenvolvimento local e operacionalizá-lo

É possível...
...pensar estrategicamente o desenvolvimento local e operacionalizá-lo

O desenvolvimento local é possível a partir do envolvimento das populações nas decisões que tenham impacto nas suas vidas e no seu dia-a-dia.

Ao conceber projectos estratégicos de apoio à actividade económica, ao desenvolvimento de redes solidárias e culturais, ao apoio sócio-educativo ou familiar, é fundamental ouvir as populações, envolvê-las nas decisões e confiar nas suas capacidades de decisão.

Porque só com a participação activa de todos os envolvidos, com a co-responsabilização dos projectos fará sentido definir o rumo de futuro.

E, "ouvir" as populações implica disponibilizar os meios e as estruturas para que a sua presença seja reconhecidamente activa, ora através de tempos específicos de encontro (reuniões, dinâmicas de formação, trabalho de apoio às colectividades, etc.) ora através da consulta pública e da informação atempada dos projectos em desenvolvimento.

Os projectos tornam-se reais quando há vontade e querer. E a Junta de Freguesia tem de ser o parceiro líder.

Mas é preciso iniciar esse caminho. É preciso AGIR!

Pela nossa Terra!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

É possivel criar dinâmicas dirigidas às crianças e jovens, quer a nível formativo, quer a nível ocupacional

As crianças e o jovens são uma parte fundamental da nossa comunidade. Eles são o nosso futuro, porém, não nos podemos esquecer deles agora, no presente. Temos de construir uma freguesia que valorize efectivamente esta camada importante da população.

Uma Junta de Freguesia responsável, activa e conhecedora deve defender e operacionalizar uma vertente sócio-educativa e ocupacional. Ou seja, deve contribuir activa e profundamente no âmbito da educação e da formação das nossas crianças e jovens.

O desenvolvimento pessoal - individual e comunitário - das nossas crianças e jovens tem de ser uma prioridade para a Junta de Freguesia. A prevenção de comportamentos de risco (toxicodependência, abandono escolar, etc,) e o combate ao insucesso escolar (“más notas”) devem ser um preocupação real da Junta de Freguesia. Os problemas sociais desta camada da população têm de importar verdadeiramente para a Junta de Freguesia.

Na componente ocupacional, é fundamental contribuir para a valorização dos tempos livres das crianças e dos jovens através da promoção de actividades educativas não-formais, nomeadamente nas vertentes sociais, desportivas e culturais. Devemos promover o lazer, o bem-estar, a criatividade e o civismo da nossa comunidade mais jovem.

Na componente formativa, é muito importante que se incentive a criação e implementação de projectos sócio-comunitários de âmbito formativo e profissionalizante, nomeadamente em parceria com as escolas e com as instituições da região (IEFP, GNR, Associações, etc.). Não podemos ficar de braços cruzados, temos de impulsionar workshops e acções de formação para os nossos jovens.

Aprender. Experienciar. Viver. Criar. Agir.

É possível valorizar os períodos de interrupção lectiva (férias escolares), fomentando dinâmicas dirigidas às crianças e aos jovens, como é o caso das actividades desportivas, dos ateliers de arte e de leitura, da dança, entre outras.

É possível conceber actividades complementares que potenciem o contacto intergeracional (entre crianças e idosos).

É efectivamente possível promover a realização de workshops (fotografia, grafitti, música, culinária) e de acções de formação (gestão de negócio, jardinagem, agricultura, design) para os nossos jovens, contribuindo para o seu desenvolvimento pessoal e para a sua valorização académica e profissional.

É preciso conhecer. É preciso ter experiência. É preciso ter formação científica e pedagógica. É preciso ter vontade e disponibilidade. Com tudo isto, esta equipa tem todas as condições e capacidades para desenvolver estas respostas.

Estas respostas são fundamentais e imprescindíveis para potenciar o sucesso escolar, a aquisição de novas competências e, sobretudo, o desenvolvimento sócio-emocional, a saúde física e mental, o bem-estar familiar e a coesão social da comunidade.

A Junta de Freguesia deve conhecer e deve agir.

Nós conhecemos. Nós queremos AGIR.